JAIME PRADES
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Jaime Prades, artista

JAIME PRADES Artista brasileiro, nascido na Espanha em 1958, vive e trabalha em São Paulo desde 1975. Nos anos 80 integrou o coletivo TUPINÃODÁ, grupo que é hoje referência histórica de ações artísticas contemporâneas nos espaços públicos urbanos.
Com mais de 30 anos de trabalho produziu intensa obra de pinturas, esculturas, desenhos, objetos e instalações. Seu traço marcante é rapidamente identificado apesar da grande variedade de suportes e linguagens que criou devido à sua permanente experimentação.
Seu trabalho é referência sobre questões como os limites entre os espaços públicos e privados; o abandono e descarectarização das comunidades; o valor da obra de arte diante do desprestígio das artes vernaculares; as cidades como suporte; o palco urbano como território de convivência, entre outras.

“A pintura pulsante de Prades nos seduz fazendo nossos olhos vagarem suavemente pelas suas formas, e, como com o canto das sereias – e seus cabelos serpenteados –, devemos nos permitir sermos seduzidos porque não tememos o fundo do mar ao qual certamente seremos levados. Nas palavras de Klee, “Deixe-se tragar por este mar revigorante, por um largo rio ou por encantadores riachos, tais como o da arte gráfica aforística, pluri-ramificada”.
Ana Avelar
curadora, crítica de arte e historiadora. Trecho extraído do catálogo da exposição ”Dentro/Inside”, galeria Mezanino, 2016

“(...) Jaime Prades não se considera grafiteiro nem artista de rua; sua ação como artista é muito mais abrangente. Contudo, a força de seus grandes murais, pintados sobre concreto em espaços de grande visibilidade urbana, revelou Jaime Prades para o grande público. ‘As Máquinas’, imenso mural que ocupou durante anos uma das paredes do túnel da Avenida Paulista, causaram tamanho impacto que prevaleceram sobre outros trabalhos; consequentemente, Jaime Prades ficou reconhecido como artista de rua, vinculado ao mundo do grafite.”
Fábio Magalhães curador e crítico de arte. Texto extraído do livro ‘A arte de Jaime Prades’, Editora Olhares, 2009.