JAIME PRADES
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Escola Panamericana de arte e Posigraf gráfica e editora. Direção de arte: Oswaldo Miranda (Miran).


Edição comemorativa de 50 anos da Escola Panamericana de Arte de São Paulo.

Matéria sobre Jaime Prades nas páginas 228 e 229, no volume 1 dos dois livros editados em conjunto.

Volume 1, no formato de 31 x 31 cm, com 384 páginas.

Transcrição do texto/legenda da página 229:

Jaime Prades, hoje artista plástico, começou como grafiteiro de qualidade excepcional. A evolução do seu trabalho o levou a expor em galerias e museus. Mas um dos momentos marcantes na trajetória urbana da sua obra foi ter grafitado, consentidamente, a fachada da Panamericana.
Os diretores Enrique Lipszyc e Massimo Picchi também aprovaram sem restrições a composição escolhida: um mural de ideias para uma escola criativa.
Brasileiro nascido na Espanha e radicado em São Paulo desde 1975, Jaime Prades, destacou-se na década por seu trabalho com o grupo Tupinãodá, primeiro coletivo brasileiro de arte urbana, especialmente pela ação emblemática que inaugurou o concreto ainda virgem do túnel da Avenida Paulista em 1987. Foi com o mural As Máquinas. Atuou também nas ruas de São Paulo, Curitiba e Rioa de Janeiro, entre outras grandes cidades do País.
No período o grupo participou de exposições na Pinacoteca do Estado de São Paulo (1986) e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1989).